O outro nome

Letra: Tomás Motta Ribas e Luiz Otávio Ribas

Música: Diogo Pinto

Há muito tempo insurge um povo sem igual

Fruto de mesclas e uma herança original

Se foi Kayngang, Iorubá ou Guarani

Hoje Oliveiras, Silvas e Nogueiras

 

No mesmo rumo cultivando a terra bruta

Campesinos sob o céu no entardecer

Por onde seguem forcejando a luta injusta

Pelo direito de ali permanecer

 

E nesse passo segue a nossa Pátria Grande

Perpetuando a tradição que não se encerra

Nem nos costumes dos quilombos e ciganos

Fundos de pasto e acampamento de sem terra

 

América, o não ser é tua história

Inconsciente na memória

De conquista e liberdade

América, que me embala eu sou teu filho

No meu corpo de menino

Descende esta latinidade

Rio Uruguai. Foto: João Vicente Ribas, 2009

Rio Uruguai. Foto: João Vicente Ribas, 2009

Sobre relatosdeumjovemprofessor

Blogue dedicado a divulgação de textos e para contar estórias
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